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É preciso aprender e ensinar o valor não só das coisas, mas também das mãos, das vidas e do tempo que é roubado das pessoas

Rapazinho e mocinha nunca trabalharam de verdade, nunca pegaram numa enxada pra ver o que é bom. Quando trabalhavam a grana que ganhavam era só pra comprar roupas, só pra gastar em festas e manter o estatus bacana. E Isso tudo por que papaizinho e mãezinha de tão endinheirados e carinhosos que sempre foram nunca deixavam faltar o leite com pêra. Então o tempo passa, rapazinho casa com a mocinha e juntos querem construir uma casa achando que tudo é só questão de um passe de mágica, eles não aprenderam o valor de todas as coisas, principlamente das mãos, do tempo e da vida de quem trabalha. Por isso nunca perguntam ao pedreiro, ao pintor, ao carpinteiro quanto lhes custará pra construir o tal castelo bonito e quando chega a hora de pagar a mão de obra, rapazinho e mocinha dizem que não tem dinheiro, que gastaram tudo em ornamentos pois o castelo deveria ser um grande monumento. E o pedreiro, o pintor , o carpinteiro, sem leite com pêra, sem papaizinho e mãezinha com dinheiro pra lhes demonstrarem todo o carinho que tiveram por cada um deles durante a vida inteira, são obrigados a voltarem pra suas casas simples com uma mão na frente e outra atrás.

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Jamais conheci maneira completamente segura de conseguir ser feliz. Com frequência eu até me esforcei na tentativa de planejar fazer algo ou minimamente estabelecer novos planos só pra não perder-me de vista entre os mínimos atos possíveis ou absurdos realizáveis até o fim de mais este dia repleto de tédio. Me esforcei muito! E algumas vezes me arrisquei tanto que quase pensei que seria capaz de me planejar por mais alguns dias depois... Só que eu jamais compreendi o bastante nas mínimas vezes em que estive diante das armadilhas que me foram pregadas, arapucas feitas de marteladas que quase nunca se importaram com praticamente nada que de certa forma ainda precisasse e quisesse resistir a tantas pancadas, a tantos intervalos sádicos, que provavelmente se importavam menos ainda com um próximo instante ou porvir. Quem vai me provar que não somos também, que não existimos e agimos feito esse mesmo martelo, que quem sabe noutroras, daqui a pouco, vai me bater como quem nada sabe ou como quem não quer saber o que ainda virá amanha! Enquanto eu jamais me senti pronto pra tanto ou pra nada, sempre que pude eu tentei aproveitar minhas sensações da maneira mais competente possível mesmo que eu ainda estivesse diante das mesmas situações e com a maior das complicações. A cada oportunidade que tive fiz o que pude por mais que ainda não conseguisse aproveitar minhas melhores sensações da melhor maneira possível mesmo que novamente diante das mesmas situações, com a menor das complicações. Mas preciso admitir a competência que sempre tive em estragar quase tudo que algum dia eu tive habilidade e a vontade de poder conquistar, sem querer sempre agi como quem na verdade só quis estragar quase tudo Sempre busquei o melhor esperando o pior Sempre busquei o melhor por mais que no fundo eu só me sentisse cada vez pior

Jamais conheci maneira completamente segura de conseguir ser feliz. Com frequência eu até me esforcei na tentativa de planejar fazer algo ou minimamente estabelecer novos planos só pra não perder-me de vista entre os mínimos atos possíveis ou absurdos realizáveis até o fim de mais este dia repleto de tédio. Me esforcei muito! E algumas vezes me arrisquei tanto que quase pensei que seria capaz de me planejar por mais alguns dias depois... Só que eu jamais compreendi o bastante nas mínimas vezes em que estive diante das armadilhas que me foram pregadas, arapucas feitas de marteladas que quase nunca se importaram com praticamente nada que de certa forma ainda precisasse e quisesse resistir a tantas pancadas, a tantos intervalos sádicos, que provavelmente se importavam menos ainda com um próximo instante ou porvir. Quem vai me provar que não somos também, que não existimos e agimos feito esse mesmo martelo, que quem sabe noutroras, daqui a pouco, vai me bater como quem nada sabe ou como q...
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