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Veja bem, não sou apenas um cara que é só desconfiado de tudo e só por isso não se permite ser qualquer outra coisa. Juro que não sinto prazer algum em ver o mundo e as coisas assim, contudo sei também dos incontáveis olhares desconfiados com que já olharam pra mim. Ah, eu também sei muito bem do quanto andei extrapolando o número de vezes em que me permitido continuar sendo ingênuo, sei que extrapolei e foi tanto que não acho mais justo permitir que outros hoje em dia ainda queiram continuar extrapolando com isso, com as burrices que ainda insisto em manter. Certas burrices só são percebidas por quem teima em ser consciente, só perde a consciência quem um dia já teve. As burrices são minhas, penso saber até que ponto devo mantê-las e enquanto for necessário irei mantê-las até mesmo com uso de torniquetes. Quando eu pensar que não há mais dever algum de minha parte com essas burrices todas, pretendo eu mesmo ser capaz de arrancá-las, mesmo que eu faça uso da força, mesmo que seja preciso aprender fazer uso de um fórceps. Ah e se eu me atrevo a perder meu próprio tempo escrevendo isso tudo é muito mais porque gosto, muito mais por exercício próprio do que apenas uma necessidade de me justificar para alguém. Manter as aparências é um direito subjetivo, cagar pra todas elas também.

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Jamais conheci maneira completamente segura de conseguir ser feliz. Com frequência eu até me esforcei na tentativa de planejar fazer algo ou minimamente estabelecer novos planos só pra não perder-me de vista entre os mínimos atos possíveis ou absurdos realizáveis até o fim de mais este dia repleto de tédio. Me esforcei muito! E algumas vezes me arrisquei tanto que quase pensei que seria capaz de me planejar por mais alguns dias depois... Só que eu jamais compreendi o bastante nas mínimas vezes em que estive diante das armadilhas que me foram pregadas, arapucas feitas de marteladas que quase nunca se importaram com praticamente nada que de certa forma ainda precisasse e quisesse resistir a tantas pancadas, a tantos intervalos sádicos, que provavelmente se importavam menos ainda com um próximo instante ou porvir. Quem vai me provar que não somos também, que não existimos e agimos feito esse mesmo martelo, que quem sabe noutroras, daqui a pouco, vai me bater como quem nada sabe ou como quem não quer saber o que ainda virá amanha! Enquanto eu jamais me senti pronto pra tanto ou pra nada, sempre que pude eu tentei aproveitar minhas sensações da maneira mais competente possível mesmo que eu ainda estivesse diante das mesmas situações e com a maior das complicações. A cada oportunidade que tive fiz o que pude por mais que ainda não conseguisse aproveitar minhas melhores sensações da melhor maneira possível mesmo que novamente diante das mesmas situações, com a menor das complicações. Mas preciso admitir a competência que sempre tive em estragar quase tudo que algum dia eu tive habilidade e a vontade de poder conquistar, sem querer sempre agi como quem na verdade só quis estragar quase tudo Sempre busquei o melhor esperando o pior Sempre busquei o melhor por mais que no fundo eu só me sentisse cada vez pior

Jamais conheci maneira completamente segura de conseguir ser feliz. Com frequência eu até me esforcei na tentativa de planejar fazer algo ou minimamente estabelecer novos planos só pra não perder-me de vista entre os mínimos atos possíveis ou absurdos realizáveis até o fim de mais este dia repleto de tédio. Me esforcei muito! E algumas vezes me arrisquei tanto que quase pensei que seria capaz de me planejar por mais alguns dias depois... Só que eu jamais compreendi o bastante nas mínimas vezes em que estive diante das armadilhas que me foram pregadas, arapucas feitas de marteladas que quase nunca se importaram com praticamente nada que de certa forma ainda precisasse e quisesse resistir a tantas pancadas, a tantos intervalos sádicos, que provavelmente se importavam menos ainda com um próximo instante ou porvir. Quem vai me provar que não somos também, que não existimos e agimos feito esse mesmo martelo, que quem sabe noutroras, daqui a pouco, vai me bater como quem nada sabe ou como q...