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Uma tragédia precoce do espírito ( Ou só o mesmo trágico caminho de tantos gênios que de tão adolescentes e brilhantes que foram não sentiram vontade nenhuma em se ultrapassar)

Cansado de ser visto e considerado sempre da mesma forma insistente, precipitada e também descuidada que lhe transformava naquela espécie de monstro que ele não era, naquela espécie de alienígena em qualquer lugar, um ser diferente e com a horrorosa aparência de quem sequer se reconhecia como sendo dono de uma inteligencia maior que a dos outros, fez questão de se comportar como um tolo, fez questão de mostrar que podia cometer os mesmos erros que qualquer um seria capaz de também cometer. Ele não era capaz de suportar o isolamento que lhe fora imposto, ele não suportava a ideia de que só porque se encontrava sempre pensativo demais também não seria capaz de agir de acordo com os seus sentimentos ou com a mesma estupidez existente em qualquer um que uma vez possuindo e agindo de acordo com esse coração atrevido que qualquer ser vivo tem, vez ou outra também acaba emocionando o corpo inteiro com os seus batimentos e por isso acaba se deixando levar pelo mesmo crendo que este além de bater também pode ter a destreza que é única do cérebro, parte única capacitada a ter pensamentos, parte única capaz de verbalizar e de também complicar tudo como nenhuma outra parte do corpo ou do espírito pôde um dia sentir-se capaz.

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Jamais conheci maneira completamente segura de conseguir ser feliz. Com frequência eu até me esforcei na tentativa de planejar fazer algo ou minimamente estabelecer novos planos só pra não perder-me de vista entre os mínimos atos possíveis ou absurdos realizáveis até o fim de mais este dia repleto de tédio. Me esforcei muito! E algumas vezes me arrisquei tanto que quase pensei que seria capaz de me planejar por mais alguns dias depois... Só que eu jamais compreendi o bastante nas mínimas vezes em que estive diante das armadilhas que me foram pregadas, arapucas feitas de marteladas que quase nunca se importaram com praticamente nada que de certa forma ainda precisasse e quisesse resistir a tantas pancadas, a tantos intervalos sádicos, que provavelmente se importavam menos ainda com um próximo instante ou porvir. Quem vai me provar que não somos também, que não existimos e agimos feito esse mesmo martelo, que quem sabe noutroras, daqui a pouco, vai me bater como quem nada sabe ou como quem não quer saber o que ainda virá amanha! Enquanto eu jamais me senti pronto pra tanto ou pra nada, sempre que pude eu tentei aproveitar minhas sensações da maneira mais competente possível mesmo que eu ainda estivesse diante das mesmas situações e com a maior das complicações. A cada oportunidade que tive fiz o que pude por mais que ainda não conseguisse aproveitar minhas melhores sensações da melhor maneira possível mesmo que novamente diante das mesmas situações, com a menor das complicações. Mas preciso admitir a competência que sempre tive em estragar quase tudo que algum dia eu tive habilidade e a vontade de poder conquistar, sem querer sempre agi como quem na verdade só quis estragar quase tudo Sempre busquei o melhor esperando o pior Sempre busquei o melhor por mais que no fundo eu só me sentisse cada vez pior

Jamais conheci maneira completamente segura de conseguir ser feliz. Com frequência eu até me esforcei na tentativa de planejar fazer algo ou minimamente estabelecer novos planos só pra não perder-me de vista entre os mínimos atos possíveis ou absurdos realizáveis até o fim de mais este dia repleto de tédio. Me esforcei muito! E algumas vezes me arrisquei tanto que quase pensei que seria capaz de me planejar por mais alguns dias depois... Só que eu jamais compreendi o bastante nas mínimas vezes em que estive diante das armadilhas que me foram pregadas, arapucas feitas de marteladas que quase nunca se importaram com praticamente nada que de certa forma ainda precisasse e quisesse resistir a tantas pancadas, a tantos intervalos sádicos, que provavelmente se importavam menos ainda com um próximo instante ou porvir. Quem vai me provar que não somos também, que não existimos e agimos feito esse mesmo martelo, que quem sabe noutroras, daqui a pouco, vai me bater como quem nada sabe ou como q...