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Quando eu mal respirava sorvi um cheiro mais que amarelo Quando eu mal prestava devida atenção eu ainda posso jurar que ouvi um som mais do que azul Só que quando tentei tocar eu sequer senti o gosto da forma E quando vi o movimento que isso tinha acabei ficando mais travado ainda Quem vai dizer o tanto que isso foi ou ainda não é? Quem vai medir o quanto isso dói enquanto cada vez menos qualquer um deseja sentir qualquer espécie de dor? Milagres acontecem? Talvez! Ou se tornam cada vez mais distantes do alcance das mãos. E quem é que ainda vai desejar manter tanta palavra salgada e amarga entredentes? Há céu e oco demais na minha boca pra acreditar que minha língua além de saliva carregue tanta sabedoria em si. Não sabendo pronunciar qualquer coisa inteligível sem gaguejar, acho que ainda me lembro de algo que ronda ou está quase perto de ser o suficiente pra me manter digno de ser compreensível. E tudo isso pode se parecer com nada além de um insulto! Admito!Mas na moral, sendo também um réu mais que confesso, acho que na real fiquei verde diante de suor tão gorduroso, invisível, inodoro e insosso que começou de repente a escorrer pelos olhos míopes que (in)felizmente possuo. Olhos de ébano? Juro que não sei dizer. Mas quem sabe os mesmos não passem de olhos e olhares maniacamente insinceros. Olhos tão pretos quanto cansados do tom endurecido e vermelho que tem. E tudo por que sempre há muito sangue escondido e coagulando tão dentro quanto fora de mim.

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Jamais conheci maneira completamente segura de conseguir ser feliz. Com frequência eu até me esforcei na tentativa de planejar fazer algo ou minimamente estabelecer novos planos só pra não perder-me de vista entre os mínimos atos possíveis ou absurdos realizáveis até o fim de mais este dia repleto de tédio. Me esforcei muito! E algumas vezes me arrisquei tanto que quase pensei que seria capaz de me planejar por mais alguns dias depois... Só que eu jamais compreendi o bastante nas mínimas vezes em que estive diante das armadilhas que me foram pregadas, arapucas feitas de marteladas que quase nunca se importaram com praticamente nada que de certa forma ainda precisasse e quisesse resistir a tantas pancadas, a tantos intervalos sádicos, que provavelmente se importavam menos ainda com um próximo instante ou porvir. Quem vai me provar que não somos também, que não existimos e agimos feito esse mesmo martelo, que quem sabe noutroras, daqui a pouco, vai me bater como quem nada sabe ou como quem não quer saber o que ainda virá amanha! Enquanto eu jamais me senti pronto pra tanto ou pra nada, sempre que pude eu tentei aproveitar minhas sensações da maneira mais competente possível mesmo que eu ainda estivesse diante das mesmas situações e com a maior das complicações. A cada oportunidade que tive fiz o que pude por mais que ainda não conseguisse aproveitar minhas melhores sensações da melhor maneira possível mesmo que novamente diante das mesmas situações, com a menor das complicações. Mas preciso admitir a competência que sempre tive em estragar quase tudo que algum dia eu tive habilidade e a vontade de poder conquistar, sem querer sempre agi como quem na verdade só quis estragar quase tudo Sempre busquei o melhor esperando o pior Sempre busquei o melhor por mais que no fundo eu só me sentisse cada vez pior

Jamais conheci maneira completamente segura de conseguir ser feliz. Com frequência eu até me esforcei na tentativa de planejar fazer algo ou minimamente estabelecer novos planos só pra não perder-me de vista entre os mínimos atos possíveis ou absurdos realizáveis até o fim de mais este dia repleto de tédio. Me esforcei muito! E algumas vezes me arrisquei tanto que quase pensei que seria capaz de me planejar por mais alguns dias depois... Só que eu jamais compreendi o bastante nas mínimas vezes em que estive diante das armadilhas que me foram pregadas, arapucas feitas de marteladas que quase nunca se importaram com praticamente nada que de certa forma ainda precisasse e quisesse resistir a tantas pancadas, a tantos intervalos sádicos, que provavelmente se importavam menos ainda com um próximo instante ou porvir. Quem vai me provar que não somos também, que não existimos e agimos feito esse mesmo martelo, que quem sabe noutroras, daqui a pouco, vai me bater como quem nada sabe ou como q...
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