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A opção de não ler

Há tantas coisas que se pode fazer, tantas lugares a serem visitados e a possibilidade de também se buscar identificação em qualquer coisa. É realmente gratificante poder encontrar alguma semelhança nas coisas e lugares mais inesperados e com aqueles que também menos se espera, pra isso é preciso saber o que realmente se deseja encontrar.
As vezes a falta disso me leva a buscar um eixo nas minhas próprias experiências, não que eu pense que isso vá servir de exemplo aos outros pois o meu empirísmo pode também não me levar a parte alguma, porém me reservo o direito de revirar o meu baú de lembranças a partir do momento que isso me ajude a ser pleno em meu momento presente. Não posso mudar o que foi com isso, o que posso é arrebentar minhas correntes a partir do momento em que percebo o quanto elas impediam meus movimentos e quantas vezes não fiz esforço suficiênte pra arranca-las.
Não sou nenhum coitado que lamenta por coisas do passado, eu não apenas virei a página como também fiz questão de arrancar algumas delas e não me venham dizer que sou quem acham que sou, se o que eu sou e desejo é presente e futuro a serem construído a partir do que quero apenas pra mim, que bom quando houver e se houver quem encontre alguma identificação aqui, comigo. Mas não se limite, não interfira em mim pois se só isso pode te deixar contente então sugiro que vá passear pelo google!

Comentários

esta ânsia que alguns serem têm de rotular, encapsular, controlar, na verdade, esconde a insegurança, o medo extremo de uma liberdade sem amarras.

ótimo texto, cara!

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Jamais conheci maneira completamente segura de conseguir ser feliz. Com frequência eu até me esforcei na tentativa de planejar fazer algo ou minimamente estabelecer novos planos só pra não perder-me de vista entre os mínimos atos possíveis ou absurdos realizáveis até o fim de mais este dia repleto de tédio. Me esforcei muito! E algumas vezes me arrisquei tanto que quase pensei que seria capaz de me planejar por mais alguns dias depois... Só que eu jamais compreendi o bastante nas mínimas vezes em que estive diante das armadilhas que me foram pregadas, arapucas feitas de marteladas que quase nunca se importaram com praticamente nada que de certa forma ainda precisasse e quisesse resistir a tantas pancadas, a tantos intervalos sádicos, que provavelmente se importavam menos ainda com um próximo instante ou porvir. Quem vai me provar que não somos também, que não existimos e agimos feito esse mesmo martelo, que quem sabe noutroras, daqui a pouco, vai me bater como quem nada sabe ou como quem não quer saber o que ainda virá amanha! Enquanto eu jamais me senti pronto pra tanto ou pra nada, sempre que pude eu tentei aproveitar minhas sensações da maneira mais competente possível mesmo que eu ainda estivesse diante das mesmas situações e com a maior das complicações. A cada oportunidade que tive fiz o que pude por mais que ainda não conseguisse aproveitar minhas melhores sensações da melhor maneira possível mesmo que novamente diante das mesmas situações, com a menor das complicações. Mas preciso admitir a competência que sempre tive em estragar quase tudo que algum dia eu tive habilidade e a vontade de poder conquistar, sem querer sempre agi como quem na verdade só quis estragar quase tudo Sempre busquei o melhor esperando o pior Sempre busquei o melhor por mais que no fundo eu só me sentisse cada vez pior

Jamais conheci maneira completamente segura de conseguir ser feliz. Com frequência eu até me esforcei na tentativa de planejar fazer algo ou minimamente estabelecer novos planos só pra não perder-me de vista entre os mínimos atos possíveis ou absurdos realizáveis até o fim de mais este dia repleto de tédio. Me esforcei muito! E algumas vezes me arrisquei tanto que quase pensei que seria capaz de me planejar por mais alguns dias depois... Só que eu jamais compreendi o bastante nas mínimas vezes em que estive diante das armadilhas que me foram pregadas, arapucas feitas de marteladas que quase nunca se importaram com praticamente nada que de certa forma ainda precisasse e quisesse resistir a tantas pancadas, a tantos intervalos sádicos, que provavelmente se importavam menos ainda com um próximo instante ou porvir. Quem vai me provar que não somos também, que não existimos e agimos feito esse mesmo martelo, que quem sabe noutroras, daqui a pouco, vai me bater como quem nada sabe ou como q...